sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Formação de Professores do Programa Alfabetiza Tchê

 No mês de agosto daremos início à nossa formação de professores alfabetizadores da rede municipal de educação de Vacaria. Que possamos nos aproximar, compartilhar ideias, desafios e possibilidades de transformação ao longo da nossa caminhada educativa. 

terça-feira, 2 de setembro de 2014

De volta ao meu Blog


Olá gente! É com grande alegria que retomo novamente a este espaço que estava adormecido por um período. Agora pretendo utilizá-lo para relatar novas experiências e socializar novas aprendizagens através do Ambiente Colaborativo de Aprendizagem do Curso Redes de Aprendizagem promovidos pela UFSM.
Confesso que vai ser um grande desafio ingressar na Comunidade Virtual Redes de Aprendizagem que tem por objetivo interagir por meio de ferramentas de comunicação na internet promovendo aprendizagens significativas, além das trocas que venham complementar a formação continuada na área das Tecnologias.

Que alegria!Espero contribuir e aprender com todos vocês.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Sejam Bem-Vindos colegas do TELEDUC




Olá pessoal do Teleduc! Você poderá me conhecer melhor navegando pelo meu Blog, desta maneira saberás um pouco mais de mim.

O Município de Vacaria, onde resido atualmente, fica situado na região Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, para conhecer melhor minha cidade sugiro que entre no link Conhecendo Vacaria , disponível no canto esquerdo da página do blog.

Procurei disponibilizar neste espaço alguns artigos ou publicações sobre a Inclusão, ou temas relevantes a esta área.

Conforme as orientações da atividade “ Criando seu Blog” destaco duas atividades desenvolvidas com alunos especiais que ilustram bem práticas de Inclusão Escolar: A primeira refere-se a experiência das pranchas de comunicação aumentativa e alternativa, utilizadas como ferramentas educacionais, por uma criança que apresenta deficiência auditiva. Este recurso oportunizou a aquisição de novos conhecimentos e acesso a tecnologia. A segunda atividade que considero bem produtiva foi a criação do email de um aluno com necessidade especial, o que possibilita a sua interação com demais crianças, propiciando trocas de experiência, divulgação dos trabalhos realizados e valorização das capacidades de cada pessoa.

Para Refletir...

Inclusão Escolar: Quais sentidos?



O texto “Inclusão Escolar: Quais sentidos?” aborda a evolução histórica da Inclusão a partir do ensino comum, evidenciando que o seu estudo tem colaborado para uma discussão relativa aos limites da escola e para a necessidade de mudanças no contexto educacional.
De acordo com o texto, a presença dos alunos “diferentes” no ensino comum pode contribuir para que nos questionemos sobre a capacidade da escola e dos sistemas educacionais promoverem a educação dos alunos em geral. A partir deste contexto algumas mudanças tornam-se necessárias e exigem uma discussão ética sobre as possibilidades e os limites do ato de ensinar/aprender.
“A discussão sobre os sentidos da Inclusão faz com que nos perguntemos: incluir quem, incluir por quê e incluir para quê?”
Debates a cerca da Inclusão tem colocado em evidência o despreparo da escola e o predomínio de um “edifício” didático, com pilares solidamente construídos sobre blocos de empirismo.
Alguns autores tem deixado pistas que nos auxiliam na renúncia ao edifício e na contínua construção de tendas.
As tendas são mais leves e suas paredes de tecido permitem a passagem de luz e do vento, podem ser desarmadas e transportadas para locais distantes, acompanhando o percurso dos interessados; montam-se de várias maneiras, permitindo a negociação que transforma os modelos de ação, os locais escolhidos e os tempos destinados.
A tenda pode ser um objeto complexo, apesar da simplicidade, as hastes devem ser flexíveis, mas resistentes, o tecido deve suportar as intempéries, sendo leve durante o transporte, a base deve ser macia, mas não podem deixar que passe a umidade e possíveis invasores.
O autor utilizou as metáforas do edifício e da tenda na tentativa de nos auxiliar na reflexão sobre o ato educativo e sobre as complexas redes que incrementam os desafios da educação. O ideal educativo segundo Rodari ( 1992) está na necessidade de articular os planos de compromisso e de flexibilidade.
O professor que não é capaz de flexibilizar objetivos e planejar com certo nível de individualização não consegue trabalhar com as classes heterogêneas que constituem a educação escolar.

O texto na íntegra está disponibilizado no ambiente teleduc de autoria do Prof Claudio Roberto Baptista/ UFRGS

Tecnologias Assistivas



As tecnologias assistivas fornecem meios para o professor desenvolver seu trabalho de maneira dinâmica e envolvente, não somente com os alunos que apresentam necessidades educacionais especiais, mas com todos os alunos da classe. Além disso, as TA contribuem para proporcionar ou ampliar as habilidades funcionais das pessoas com deficiência ou que apresentam uma determinada necessidade específica. A partir destas tecnologias e recursos o aluno é capaz de realizar tarefas que até então não conseguia, ou seja, estas tecnologias surgem para atender às necessidades de autonomia e qualidade de vida de tais pessoas.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Ensino de Música será obrigatório



Todas as escolas públicas e particulares do Brasil terão de acrescentar, no prazo de três anos, mais uma disciplina na grade curricular obrigatória. A Lei nº 11.769, publicada no Diário Oficial da União no dia 19, altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) — nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 — e torna obrigatório o ensino de música no ensino fundamental e médio. A música é conteúdo optativo na rede de ensino, a cargo do planejamento pedagógico das secretarias estaduais e municipais de educação. No ensino geral de artes, a escola pode oferecer artes visuais, música, teatro e dança.

Com a alteração da LDB, a música passa a ser o único conteúdo obrigatório, mas não exclusivo. Ou seja, o planejamento pedagógico deve contemplar as demais áreas artísticas. Até 2011, uma nova política definirá em quais séries da educação básica a música será incluída e em que freqüência.

“A lei não torna obrigatório o ensino em todos os anos, e é isso que será articulado com os sistemas de ensino estaduais e municipais”, explica Helena de Freitas, coordenadora-geral de Programas de Apoio à Formação e Capacitação Docente de Educação Básica no Ministério da Educação. “O objetivo não é formar músicos, mas oferecer uma formação integral para as crianças e a juventude. O ideal é articular a música com as outras dimensões da formação artística e estética.”

O MEC recomenda que, além das noções básicas de música, dos cantos cívicos nacionais e dos sons de intrumentos de orquestra, os alunos aprendam cantos, ritmos, danças e sons de instrumentos regionais e folclóricos para, assim, conhecer a diversidade cultural do Brasil.

O desafio que surge com a nova lei é a formação de professores. Segundo os dados mais recentes do Censo da Educação Superior, de 2006, o Brasil tem 42 cursos de licenciatura em música, que oferecem 1.641 vagas. Em 2006, 327 alunos formaram-se em música no Brasil.

História — O ensino de música nas escolas brasileiras iniciou-se no século 19. A aprendizagem era baseada nos elementos técnico-musicais e realizada, por exemplo, por meio do solfejo. No fim da década de 1930, no entanto, Antônio Sá Pereira e Liddy Chiaffarelli Mignone buscaram inovações. Sá Pereira defendia a aprendizagem pela própria experiência com a música; Chiaffarelli propunha jogos musicais e corporais e o uso de instrumentos de percussão.

Naquela época, Heitor Villa-Lobos (1887-1959) ganhava destaque. Em 1927, três anos depois de conviver com o meio artístico parisiense, ele voltou ao país e apresentou, em São Paulo, um plano de educação musical. Em 1931, o maestro organizou uma concentração orfeônica chamada Exortação Cívica, com 12 mil vozes. Após dois anos, assumiu a direção da Superintendência de Educação Musical e Artística, quando a maioria de suas composições se voltou para a educação musical. Em 1932, o presidente Getúlio Vargas tornou obrigatório o ensino de canto nas escolas e criou o curso de pedagogia de música e canto.

Em 1960, projeto de Anísio Teixeira e Darcy Ribeiro para a Universidade de Brasília (UnB) deu novo impulso ao ensino da música, com a valorização da experimentação. A idéia era preservar “a inocência criativa das crianças.” Duas décadas depois, a criação da Associação Brasileira de Educação Musical e da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas (Abrace) contribuiu para a formação de professores no ensino das linguagens artísticas em várias universidades. No ensino de música, a experiência direta e a criação são enfatizadas no processo pedagógico.

Na década de 1990, o ensino de artes passou a contemplar as diferenças de raça, etnia, religião, classe social, gênero, opções sexuais e o olhar mais sistemático sobre outras culturas. O ensino passou a ter valores estéticos mais democráticos.

Atualmente, a aprendizagem musical deve fazer sentido para o aluno. O ensino deve se dar a partir do contexto musical e da região na qual a escola está situada, não a partir de estruturas isoladas. Assim, busca-se compreender o motivo da criação e do consumo das diferentes expressões musicais.

Assessoria de Comunicação Social- fonte: MEC